• Reconhecimento e direitos

    “No Brasil, anualmente, são realizados, em média, 41 mil partos domiciliares, desses a maioria é assistido por parteiras tradicionais. Mesmo sendo dados subnotificados ao Sistema de Informação à Saúde do Ministério da Saúde (DATASUS), os números nos mostram que as parteiras tradicionais existem e que seus trabalhos deveriam estar dentre as preocupações de gestores e profissionais de saúde de todas as regiões, principalmente Norte, Centro Oeste e Nordeste. Além disso, o parto domiciliar assistido por parteira tradicional é um direito reprodutivo reconhecido por autoridades nacionais e internacionais de saúde, porém a existência de Marcos Legais no Brasil que respaldam a implantação de políticas de inclusão do trabalho desenvolvido por parteiras tradicionais, não tem, no entanto, se revertido em mudanças significativas na qualidade de vida dessas mulheres guerreiras”, Paula Viana, Grupo Curumim.

Amapá sediará encontro internacional de parteiras

O Governo do Estado do Amapá vai realizar, entre os dias 22 a 26 de maio, o II Encontro Internacional das Parteiras. O evento está sendo organizado pelas Secretarias de Inclusão e Mobilização Social, de Saúde e IEPA (Instituto de Pesquisas Científicas e Tecnológicas do Estado do Amapá). 93 parteiras tradicionais do Amapá vão ser … Ler mais

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Valorização das parteiras tradicionais é mote de campanha

A partir desta quarta-feira (03), o Grupo Curumim lança campanha para promover a valorização do ofício e dos saberes das parteiras tradicionais, entre essas quilombolas e indígenas, ressaltando sua contribuição na promoção da saúde das mulheres e das crianças, bem como o reconhecimento do parto domiciliar assistido por parteiras tradicionais no Sistema Único de Saúde. A iniciativa … Ler mais

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Campanha pelo reconhecimento e valorização das parteiras tradicionais no Brasil

Na semana do Dia Internacional das Parteiras, comemorado no próximo 05 de maio, o Grupo Curumim lança campanha para promover a valorização do ofício e dos saberes das parteiras tradicionais, entre essas quilombolas e indígenas, ressaltando sua contribuição na promoção da saúde das mulheres e das crianças, bem como o reconhecimento do parto domiciliar assistido por parteiras … Ler mais

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